Resposta dos EUA a Ataque Terrorista em Israel: Solidariedade e Ação

Presidente dos EUA condena ataque do Hamas em Israel, promete apoio militar robusto e estratégico, e reafirma solidariedade e compromisso com a nação israelense.

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Resposta dos EUA a Ataque Terrorista em Israel: Solidariedade e Ação
Foto: Reprodução Washington, D.C.

Washington, D.C. — Em um discurso emocionante e firme, o Presidente dos Estados Unidos expressou sua condenação veemente ao ataque terrorista brutal em Israel, perpetrado pelo Hamas, e reafirmou o compromisso inabalável dos EUA com a nação israelense.

O ataque, descrito como um ato de "puro e inadulterado mal", resultou na morte de mais de 1.000 civis, incluindo pelo menos 14 cidadãos americanos, e deixou milhares feridos. O Presidente detalhou os horrores do ataque, mencionando famílias inteiras sendo massacradas, jovens sendo mortos enquanto participavam de um festival de música para celebrar a paz, e mulheres sendo violentadas e exibidas como troféus.

O Hamas, uma organização terrorista cujo propósito declarado é matar judeus e aniquilar o Estado de Israel, foi condenado pelo Presidente, que destacou que o grupo não representa o direito do povo palestino à dignidade e autodeterminação. O líder americano também enfatizou que o Hamas usa civis palestinos como escudos humanos e promove terrorismo e derramamento de sangue sem consideração por quem paga o preço.

O Presidente expressou solidariedade e apoio a Israel, garantindo que os EUA fornecerão o que for necessário para que Israel cuide de seus cidadãos e se defenda. Ele reiterou que não há justificação para o terrorismo e que Israel tem o direito e o dever de responder a esses ataques violentos.

O compromisso dos EUA com a segurança de Israel foi sublinhado por várias medidas, incluindo o aumento da assistência militar e a garantia de que Israel não ficará sem ativos críticos para defender suas cidades e cidadãos. O Presidente também mencionou que discutiu com o Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, garantindo que a resposta dos EUA seria "rápida, decisiva e avassaladora".

O discurso também abordou ações em nível nacional e internacional, incluindo o aumento da segurança em torno dos centros de vida judaica nos EUA e a coordenação com aliados europeus para uma resposta unida. O Presidente concluiu com uma mensagem clara a qualquer país, organização ou indivíduo que pense em tirar vantagem da situação: "Não."